Foto: Alex Schneider/ Especial

Cazuza cantou um dia que o tempo não para. A frase simples é óbvia, mas são nas obviedades que tiramos grande lições. Quantos fatos acontecem em uma semana?

O vice-prefeito de Porto Alegre, Gustavo Paim/PP, rompeu de vez com Nelson Marchezan Jr./PSDB, ao declarar que o prefeito não está a altura do cargo. No governo do estado, a pressão aumenta e Eduardo Leite já cogita atenuar proposta de revisão do magistério.

Já em Caxias do Sul, enquanto vereadores se debruçam no pedido de impeachment do prefeito Daniel Guerra/Republicanos, em Brasília, o município é condenado no histórico “Caso Magnabosco” e pode ter que pagar até R$ 820 milhões de indenização à família. E sem sair da Capital Federal, Jair Bolsonaro cumpriu a promessa e exclui licitação da Presidência para assinatura de jornais como a Folha de São Paulo.

Saindo do campo político, a semana também foi de despedida ao apresentador Gugu Liberato. Centenas de fãs passaram pelos corredores da Assembleia Legislativa de São Paulo entre ontem e hoje. Dois dias antes de completar três anos da tragédia do voo da Chapecoense, o clube catarinense confirmou seu rebaixamento a Série B do Campeonato Brasileiro.

Estes exemplos nem de perto alcançam o número de notícias geradas em sete dias, mas filtrá-las e trazer o que foi destaque desde as rodas de bar até a suprema corte do país, é a responsabilidade desta coluna que inicio nesta sexta-feira, 29 de novembro. O desafio é grande, mas este museu de grandes novidades chamado Brasil não para, e por isso temos um encontro marcado, toda semana pra falar de fatos que marcam o tempo.