Qassem Soleimani e Trump. Foto: Ilustração/ Yahoo News; fotos: AP (2), Iraqi Prime Minister Press Office via AP

O ano começou tenso. A partir do bombardeio americano que matou o general iraniano Qassem Soleimani, os ânimos entre Estados Unidos, Rússia e os países do Oriente Médio, esquentaram e infelizmente o panorama atual nos apresenta que os conflitos da região estão longe do fim.

As guerras são das coisas mais tristes do mundo. Sobretudo pelos de inocentes, em sua maioria jovens, que morrem nos campos de batalhas, muitas vezes sem nem saber perfeitamente o porquê. Mas não apenas eles e sim moradores, trabalhadores e refugiados, a quem do confronto, mas dentro do olho da disputa.

Sem citar a incontáveis guerras das Idade Média e Moderna, recorramos a história contemporânea. Desde o assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, em 1914, estopim da primeira guerra, milhões homens não voltaram para suas esposas, mulheres não viram seus filhos crescerem e crianças não tiveram a oportunidade de se que sair da infância.

Uma famosa frase diz que a guerra é um lugar onde jovens que não se conhecem e não se odeiam se matam, por decisão de velhos que se conhecem e se odeiam, mas não se matam.

A situação do Oriente Médio é um risco para todo o planeta. E o mais grave, é que estes enfrentamentos se dão pelo fanatismo religioso e pela fome insaciável de poder, não apenas dos árabes, mas dos estadunidenses, russos, chineses e por aí vai.

As nações alheias a isso, deveriam se unir e promover um frente em defesa da humanidade, bloquear exportações com países em guerra e sanções duras a quem as provoca. Além de alertar, mais do que nunca, que um confronto com armas químicas pode dizimar a população terrestre.

Quem as guerras, por tesão a armas ou violência, ou ainda por estimação a determinados políticos ou regimes, torna-se um ser humano tão vil quanto quem os provoca.