FOTO: GBC TV/Reprodução

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Jaime Zanatta | O Prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, recebeu a nossa equipe para uma entrevista na última quinta-feira (19). Por mais de 10 minutos, eu e o repórter cinematográfico, Jean Luis, conversamos com o Chefe do Executivo Municipal sobre os primeiros onze meses de sua gestão que começou em janeiro e termina em dezembro de 2020.

O bate-papo começa com a principal pergunta: qual a avaliação que Busato faz sobre os onze meses de gestão. Na resposta, ele destaca as ações que estão sendo feitas para a prevenção dos alagamentos que, nos últimos anos, tem acontecido de forma frequente na cidade. “Essa é uma questão que nos preocupa muito e é uma promessa forte de campanha”, conta.

Desde janeiro, obras estão sendo realizadas pela Prefeitura para evitar que novos alagamentos atinjam os moradores. “Não estou afirmando que a gente tenha resolvido, mas estou aqui constatando que a mesma intensidade de chuva que acontecia ano passado, esse ano tem acontecido um pouco mais e ainda não aconteceu nada de alagamento”, ressalta.

Durante a campanha, um dos grandes temas debatidos por todos os postulantes ao cargo de prefeito era a questão da licitação do transporte coletivo. Busato garante que o edital vai sair, mas que antes é necessária a construção do plano de mobilidade. “O contrato da Sogal encerra em outubro de 2018, temos um ano para terminar o plano”, relata.

Outro grande tema de campanha e que foi polêmico na cidade é o aeromóvel. Na gestão anterior, a obra seria realizada totalmente pela Prefeitura e a vencedora da licitação da operação, vai ganhar também a operação das linhas de ônibus. “Se tiver aeromóvel em Canoas, vai ser por conta e risco de quem quiser operar”, salienta.

Questionado se é a favor dessa nova modalidade de transporte coletivo, Busato responde: “Eu não vejo como um sistema importante para Canoas. Temos outras coisas mais importantes como saúde, educação e uma série de coisas que eu poderia passar a tarde aqui dizendo antes de chegar no aeromóvel.”

O prefeito ainda falou sobre a situação da saúde no município. “Pegamos um quadro muito ruim e fizemos um mutirão para zerar os atendimentos represados”, conta.

Outros temas discutidos foram seguranças e as finanças da cidade. Quer acompanhar toda a entrevista? Só apertar o play!