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Estadão Conteúdo | A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,2% no trimestre encerrado em outubro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número total de desempregados ficou em 12,740 milhões de pessoas no período, sendo a menor taxa desde o 4º trimestre de 2016. Em igual período de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 11,8%.

O País ganhou 868 mil postos de trabalho em apenas um trimestre, ao mesmo tempo em que 586 mil pessoas deixaram o contingente de desempregados.

No trimestre encerrado em outubro, o mercado de trabalho perdeu 37 mil vagas com carteira assinada em relação ao trimestre anterior, encerrado em julho. O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado cresceu em 254 mil pessoas. Outros 326 mil indivíduos aderiram ao trabalho por conta própria.

O setor público teve aumento de 88 mil postos de trabalho em apenas um trimestre. O emprego como trabalhador doméstico aumentou em 177 mil pessoas.

Renda

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.127 no trimestre encerrado em outubro. O resultado representa alta de 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 189,8 bilhões no trimestre até outubro, alta de 4,2% ante igual período do ano anterior.