Foto: Divulgação/ Internet

Da redação | O Instituto-Geral de Perícias (IGP) emitiu uma nota na tarde desta terça-feira (02) sobre o caso envolvendo a morte Guilherme da Silva, 12 anos. De acordo com o Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM), o menino teria sido atacado por uma cobra, possivelmente uma sucuri, quando se banhava no rio Teixeira, em Ipiranga do Sul, no norte no Rio Grande do Sul, na tarde de domingo (31). Seu corpo foi localizado somente na manhã de segunda (01).

O IGP afirma que foram encontrados no corpo do menino sinais de asfixia por afogamento. No entanto, os membros não apresentavam fraturas. De acordo com a nota do órgão, nenhum agente externo, como no caso a cobra, foi a causa da morte.

Segue a nota do IGP:

“Sobre o falecimento de GUILHERME DA SILVA ANDRADE: o Instituto-Geral de Perícias esclarece que, no dia 1º de janeiro de 2018, o Posto Médico Legal de Passo Fundo recebeu o corpo de Guilherme da Silva Andrade para exames. De acordo com o Laudo de Necropsia, foram encontrados sinais internos de asfixia, além de sinais específicos de afogamento, os quais dão elementos para afirmar que a morte foi devido à ASFIXIA MECÂNICA POR AFOGAMENTO. Registra-se que os membros não apresentavam fraturas, bem como não há outras particularidades a serem mencionadas. Por fim, foi coletado um fragmento de pulmão para pesquisa de plâncton, exame confirmatório de afogamento.”

Guilherme teria se afogado quando se banhava na localidade de Linha Butiá. O irmão, de 15 anos, também foi puxado para o fundo do rio, mas conseguiu se salvar.

As buscas continuam para localizar o animal.