Foto: Havan/ Divulgação

Da redação | A Havan recentemente apresentou o projeto da instalação de uma loja do grupo, em Caxias do Sul: um investimento milionário que deve gerar 350 empregos diretos no município. A unidade, com previsão de inauguração para julho, deve ocupar uma área às margens da RSC-453, no bairro Cidade Nova, tendo ainda espaço para 1 mil vagas de estacionamento, além da famosa Estátua da Liberdade, símbolo utilizado pelo grupo em suas lojas, com 35 metros de altura. O projeto foi bem aceito pelo prefeito Daniel Guerra (PRB), que recebeu o empresário e presidente do Grupo Havan, Luciano Hang, no Salão Nobre do Centro Administrativo, na semana passada, quando houve a apresentação do projeto. Outra cidade anunciada para receber a Havan foi Passo Fundo.

No Vale do Sinos, a discussão em torno do assunto no legislativo de São Leopoldo dividiu opiniões. Uma moção de apoio à vinda de uma loja da rede para São Leopoldo foi apresentada pelo vereador do PSD, Júlio Galperim, na Câmara de Vereadores. Dos 13 parlamentares, apenas 11 assinaram o documento. A bancada do PT, formada por Ana Affonso e Dudu Moraes, se manifestou contra a vinda, alegando que o grupo catarinense possui irregularidades.

Sobretudo, Galperim pretende viajar até Brusque (SC), onde fica a sede da rede, para entregar a moção ao presidente do grupo.

Hang, em janeiro, tornou-se alvo de polêmica quando publicou um vídeo de uma queima de fogos de artifício de 13 minutos, quando o ex-presidente Lula teve a pena ampliada pelo TRF-4, de Porto Alegre e, portanto, a condenação mantida. Após comemorar, o empresário foi alvo de protestos de integrantes do PT. Os manifestantes se reuniram em frente a loja Havan, de Itajaí (SC), chamando Hang de sonegador de impostos, alegando que ele e a Havan têm vários processos na justiça e que o empresário já tinha sido condenado por esse crime.