Foto: arquivo pessoal

Da redação | A Polícia Civil trabalha principalmente com a hipótese de latrocínio no caso do fotógrafo morto ao ser baleado em uma produtora de eventos, em Cachoeirinha, na tarde de terça-feira (15). Carlos Douglas Rodrigues, 31 anos, trabalhava na Charms Eventos, na Av. Amazonas, no bairro Fátima.

Os investigadores acreditam na hipótese de latrocínio mesmo sem o criminoso ter levado algo do local. Um suspeito, que entrou sozinho do estabelecimento, foi identificado por testemunhas que prestaram depoimento nesta quarta-feira (16).

Par cometer o crime, o criminoso teve a ajuda de um comparsa, que aguardava pelo lado de fora no momento do assassinato. Ambos fugiram de bicicleta do local.

Segundo a Polícia Civil, o criminoso teria entrado no local se passando por cliente. Ele pediu para fazer uma foto 3×4. No entanto, na sequência, anunciou o assalto. O fotógrafo foi atingido por um tiro.

Uma testemunha revelou que a vítima teria reagido ao assalto e entrado em luta corporal com o criminoso, antes do disparo.

Outras linhas também são investigadas: motivação passional, por conta do término de um relacionamento complicado; e cobrança de dívida, que o fotógrafo poderia ter com o atirador.