FOTO: Ulbra/Divulgação

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Da redação | Os professores demitidos da Ulbra na Região Metropolitana de Porto Alegre e no interior aceitaram a proposta de parcelamento das verbas rescisórias. O acordo foi negociado em assembleia realizada no Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro-RS).

A partir de fevereiro, 286 professores desligados da universidade terão as rescisões assinadas. Os funcionários administrativos demitidos, conforme Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Privado dos Vales do RS (Sintep Vales), ainda não negociaram como serão pagas as rescisões. A Ulbra desligou 225 desses funcionários.

Cada um deles receberá pelo menos R$ 2,5 mil por mês, a partir de março, e 80% do valor do salário vigente na data da rescisão. Além disso, o acordo prevê o pagamento integral do saldo credor do FGTS e indenizações pelos atrasos de salário.

Como o salário dos administrativos é menor que o dos docentes, a previsão de quitação fica para até sete meses.

Conforme a Associação Educacional Luterana do Brasil (Aelbra), mantenedora da Ulbra, as demissões estão relacionadas à redução no número de matrículas pagantes, além das alterações no Financiamento Estudantil (Fies) e na Educação à Distância (EaD).