Da redação* | As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Canoas e de outras cidades do país enfrentam falta de vacinas que não foram fornecidas pelo Ministério da Saúde, nos últimos meses. O município, assim com diversas outros municípios do Brasil, sofre com o desabastecimento das vacinas Pentavalente, que previne doenças como tétano, difteria, coqueluche, Haemophilus influenza e Hepatite B, e a vacina DTP, que protege contra o tétano, difteria e coqueluche.

A vacina Pentavalente faz parte do Calendário Nacional de Vacinação aos 2, 4 e 6 meses de idade, já a DTP é aplicada aos 15 meses e aos 4 anos. De acordo com informações repassadas pelo Ministério da Saúde para Canoas, os lotes de vacina Pentavalente, adquiridos de um laboratório da Índia, foram rejeitados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por apresentarem grumos e não terem garantia de eficácia. O laboratório está em adaptação para atender as exigências da Agência e, de acordo com o Ministério da Saúde, devem voltar a ser fornecidas no final de novembro. Já a vacina DTP não vem sendo disponibilizada pelo Governo Federal por falta de matéria-prima. O Ministério garantiu que tem como meta sanar os problemas com a maior brevidade a fim de normalizar o fornecimento.

A Secretaria da Saúde de Canoas está trabalhando junto com as demais cidades vitimadas pelo desabastecimento para tensionar o Ministério para regularização o mais rápido possível.

*Com informações da Prefeitura de Canoas