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O diretor de investigação da Polícia Nacional do Paraguai, Gilberto Fleitas, informou na manhã desta quinta-feira (5) que Ronaldinho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, responsabilizaram um empresário pela confecção dos passaportes e carteiras de identidade falsos com os quais foram flagrados no Paraguai.

Em entrevista à rádio paraguaia ABC Cardinal, o investigador contou que “os irmãos manifestaram que quem fez os passaportes foi uma pessoa brasileira, que também estava no mesmo quarto. Estava em uma mesa, jantando com algumas pessoas, e dentre eles havia dois paraguaios e cinco brasileiros. A pessoa que teria feito os passaportes no Brasil se chama Wilmondes Sousa Lira, reside em Brasília e é conhecido dos irmãos. Esta pessoa já está detida aqui no departamento de investigação do Ministério Público”.

Para a polícia local, os dois argumentaram terem sido convidados por um brasileiro para se fazerem presentes na inauguração de um cassino, chamado Il Palazzo. O empresário citado, Sousa Lira, teria aproveitado a visita do ex-jogador para promover atividades benéficas de uma entidade intitulada Fraternidade Angelical.  

Ronaldinho e o irmão devem prestar depoimento ainda hoje.