Foto: Governo RS/Reprodução

Pela primeira vez na história o Rio Grande do Sul está em calamidade pública. A situação foi decretada pelo governador Eduardo Leite na manhã desta quinta-feira (19). A medida é uma tentativa de conter a disseminação de Covid-19 no Estado, que já apresenta trasmissão local do patógeno causador da doença.

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Leite fez diversos anúncios durante uma coletiva virtual de imprensa. Ele anunciou que está proibido o transporte interestadual e que o intermunicipal pode ter lotação de até 50% da capacidade dos ônibus. Nos coletivos urbanos, fica proibido o transporte de pessoas em pé. No transporte aéreo, ele afirmou que estudava fechar aeroportos regionais, concentrando todos os vôos no Salgado Filho.

O governador informou que “o mundo está parando” e reforçou que pediu para que o Governo Federal o feche as fronteiras com o Uruguai e a Argentina.

Mais regras

O decreto pontua que quem for ao comércio, poderá comprar um número determinado de itens essenciais para não provocar o desabastecimento. Para as empresas, está determinada a não alteração de preços e, assim, evitar valores abusivos.

Pessoas em situação de risco terão horários específicos para compras. “Nos shoppings, fechamento de todos os estabelecimentos não essenciais. Restaurantes, farmácias e bancos poderão funcionar”, disse, explicando que deverão manter distância mínima de dois metros.