Foto: Jaime Zanatta/ GBC

O prefeito de Canoas, Luiz Carlos Busato, decretou na última quinta-feira (26) estado de calamidade pública no município. A administração já havia autorizado estado de emergência na semana passada, ocasião em que uma série de medidas foi adotada para conter a disseminação do coronavírus, como suspensão de aulas e fechamento de comércio e serviços.

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Tais restrições seguem valendo até 6 de abril, e se somam ao decreto de calamidade, quando há iminência de dano à saúde ou aos serviços públicos. O decreto ainda permite a contratação de serviços imediatos e a dispensa de licitação.

Durante transmissão ao vivo no Facebook, o prefeito Luiz Carlos Busato e o secretário da Saúde de Canoas, Fernando Ritter, reforçaram a necessidade do isolamento social, em especial, das pessoas idosas.

O decreto de calamidade pública foi publicado no mesmo dia em que os órgãos de saúde confirmaram o sétimo caso de coronavírus na cidade, de um homem de 38 anos, que realizou uma viagem internacional e retornou com os sintomas da doença. Todos os casos de contaminação foram importados, ou seja, contraídos fora do país.

Nesta sexta-feira (27), a Prefeitura voltou a se reunir com representantes dos setores de indústria, comércio e serviços, a fim de ouvir as sugestões do empresariado para a possibilidade de afrouxamento antecipado das regras restritivas. As entidades demonstram preocupação com o impacto da quarentena na economia.