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A agente de fiscalização do Carrefour onde João Alberto Freitas, 40 anos, foi espancado até a morte na noite da última quinta-feira (19), em Porto Alegre, Adriana Alves Dutra, 51, em seu depoimento, prestado na última terça-feira (24), alegou que não impediu as agressões pois estava com a saúde debilitada, devido a uma cirurgia que teria feito recentemente.

Porém, segundo a polícia, o setor de investigação, após analisar as imagens capturadas por testemunhas, entende que, Adriana tinha, sim, condições e poder para ordenar que as agressões parassem e cumprir seu papel de superior imediata dos seguranças.

Adriana foi até a delegacia de polícia acompanhada de duas advogadas. De acordo com a Polícia Civil, ela estava muito nervosa e alegava ter saído de casa, pois estava recebendo diversas ameaças.

Em depoimento à polícia, Adriana contou ter pedido para que os seguranças parassem com as agressões, porém, nas imagens que circulam pelas redes sociais e em diversos sites de notícias é possível perceber o contrário.