Quem é a jovem cadeirante morta por jovem de 14 anos que invadiu escola | Agência GBC
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08 de dezembro de 2022

Quem é a jovem cadeirante morta por jovem de 14 anos que invadiu escola

A Polícia Civil investiga algumas publicações em redes sociais atribuídas ao adolescente de 14 anos com discurso de ódio.

Um jovem de 14 anos de idade invadiu uma escola e efetuou disparos contra os estudantes, nesta manhã de segunda-feira (26) em Barreiras, no Oeste da Bahia. O indivíduo alvejou a tiros uma estudante cadeirante. A vítima estudava na Escola Municipal Eurides Sant’Anna. Ela não resistiu aos ferimentos. A jovem foi identificada como Geane da Silva Brito, de 20 anos, estudante do 9° ano, na instituição.

Reportagens de TVs locais mostram o atirador, um jovem vestido inteiramente de preto, sendo levado por uma ambulância após ter sido alvejado por uma terceira pessoa que ainda não foi identificada. Não há esclarecimento sobre as motivações do crime ou sobre mais vítimas.

Em vídeos compartilhados nas redes sociais, é possível ver crianças correndo aos gritos para fora da escola. Desde 2019, a Polícia Militar (PM) gerencia o colégio junto à Prefeitura de Barreiras. A reportagem está em contato com a Polícia Militar da Bahia para atualizar as informações.

De acordo com relatos da polícia, o jovem pulou o muro da escola no início da manhã e atingiu a estudante cadeirante com golpes de arma branca, onde o meliante levava uma faca, uma machadinha e um revólver calibre 38.

A PM também encontrou uma bomba caseira com o rapaz. 

Informações preliminares colhidas no local do crime pela equipe da TV Oeste, emissora da TV Bahia na cidade de Barreiras, apontam que o atirador era matriculado no colégio, mas não estava frequentando as aulas. Não há informações desde quando ele estava ausente das atividades escolares.

A Polícia Civil investiga algumas publicações em redes sociais atribuídas ao adolescente de 14 anos com discurso de ódio.

O pai do atirador, que é policial, foi chamado para prestar depoimento na delegacia da cidade. Ele contou que o revólver dele ficava escondido na casa dele. Também contou que acreditava que o filho não sabia em qual local ficava a arma.

Em nota, a Prefeitura de Barreiras lamentou o caso e disse que a Secretaria de Educação e a Polícia Militar acompanham e oferecem apoio e assistência aos estudantes e seus familiares.

Em tempo, solidarizam-se com a família da aluna vitimada, expressando os mais profundos sentimentos neste momento de profunda dor e consternação”, disse em trecho da nota.

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