Um caixão de bebê foi encontrado abandonado no Parque Turístico da Roselândia, na manhã desta quarta-feira (7), em Passo Fundo e chamou a atenção de visitantes que circulavam pelo local. O objeto, feito de madeira e com cerca de 60 centímetros, estava jogado na Avenida Mauá, via de acesso ao parque.
Assim que a situação foi percebida, funcionários do espaço turístico comunicaram as autoridades municipais. O caso gerou preocupação inicial, principalmente pela possibilidade de violação de sepultura, mas essa hipótese foi descartada após apuração preliminar.
Caixão de bebê é encontrado em parque de Passo Fundo: objeto estaria no local há meses, segundo funcionários

De acordo com o relato de um funcionário do Parque de Rodeios, o caixão de bebê já estaria no mesmo local há pelo menos três meses. Apesar disso, a Coordenadoria dos Cemitérios e Serviços Funerários do município informou que não recebeu denúncias recentes relacionadas a furtos ou violações de túmulos.
Segundo o coordenador do setor, Evandro Carlos da Silva, a ausência de registros reforça a hipótese de descarte irregular do objeto, e não de um crime envolvendo restos mortais.
Cemitérios têm vigilância, mas não há indícios de crime
Atualmente, quatro cemitérios públicos de Passo Fundo contam com vigilância noturna presencial. São eles:
- Jardim da Colina
- São João
- São Miguel
- Roselândia
Nos outros cemitérios do município, a segurança é feita por meio de câmeras de videomonitoramento. Já os cemitérios comunitários localizados na zona rural não são administrados pela coordenadoria municipal, ficando sob responsabilidade de representantes das próprias comunidades.
Mesmo com essa estrutura, não há indícios de que o caixão tenha sido retirado de um cemitério público, segundo a administração municipal.
Objeto será descartado e não passará por perícia
Após a constatação de que o caixão não continha restos mortais, a Secretaria de Serviços Gerais foi acionada para realizar a remoção do item. Conforme informado, o objeto não será encaminhado para perícia e será descartado de forma adequada.
O caso segue sendo tratado como descarte irregular, mas a situação levantou questionamentos entre moradores e visitantes do parque, principalmente pelo impacto emocional causado pela cena em um espaço turístico frequentado por famílias.
As informações são do portal GZH.


