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09 de janeiro de 2026

Extra de R$ 150 no Bolsa Família volta em 2026 e pode aumentar valor mensal

Bolsa família segue pagando extra de R$ 150 em 2026, mas nem todos recebem automaticamente. Veja detalhes a seguir.

Milhões de famílias brasileiras começam 2026 com uma dúvida recorrente: o bolsa família continuará pagando valores extras além do mínimo mensal? Com o orçamento doméstico apertado e o custo de vida ainda elevado, qualquer complemento no benefício volta a chamar atenção.

Nos últimos meses, informações desencontradas circularam em redes sociais e grupos de mensagens, levantando incertezas sobre possíveis cortes ou mudanças nas regras. Para quem depende do programa, saber exatamente o que continua valendo faz toda a diferença no planejamento do mês.

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A resposta é positiva: o extra de R$ 150 do bolsa família segue garantido em 2026, mas apenas para quem se enquadrar em critérios específicos definidos pelo governo federal.

Quem tem direito ao extra de R$ 150 no Bolsa Família

O valor adicional é pago por meio do Benefício Primeira Infância (BPI), destinado a famílias que tenham crianças de 0 a 6 anos incompletos. Cada criança nessa faixa etária garante um acréscimo de R$ 150, somado ao valor mínimo do programa.

Atualmente, o pagamento base do bolsa família é de R$ 600, o que significa que o benefício mensal pode ultrapassar esse valor com facilidade, dependendo da composição familiar. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o adicional segue como prioridade da política de proteção à primeira infância.

Dados oficiais mostram que 8,4 milhões de crianças receberam o valor extra em dezembro de 2025, reforçando que o pagamento continuará ativo ao longo de 2026.

Cadastro Único define quem recebe o valor extra

O ponto mais importante para garantir o adicional é o Cadastro Único (CadÚnico). É a partir dele que o sistema do governo identifica automaticamente quais famílias têm direito aos valores extras do bolsa família.

Se informações como nascimento de filhos, idade das crianças, gestação ou mudanças na composição familiar não estiverem atualizadas, o benefício pode não ser liberado, mesmo que a família tenha direito. Especialistas alertam que muitos bloqueios e perdas de valor acontecem justamente por dados desatualizados.

A recomendação é manter o cadastro sempre correto e atualizado no CRAS ou no posto de atendimento do município.

Outros valores extras pagos pelo Bolsa Família

Além do adicional de R$ 150, o bolsa família conta com outros complementos que podem ser acumulados no mesmo pagamento mensal:

  • Benefício Primeira Infância: R$ 150 por criança de 0 a 6 anos
  • Benefício Variável Familiar: R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 18 anos
  • Benefício Nutriz: R$ 50 para bebês de até 6 meses

Com a soma desses valores, algumas famílias conseguem elevar de forma significativa o total recebido todos os meses, desde que cumpram as regras e mantenham os dados atualizados.

Atenção evita perda do benefício

O governo reforça que não há necessidade de solicitação manual para receber os adicionais. O pagamento é automático, desde que o bolsa família identifique o direito por meio do Cadastro Único.

Por isso, atualizar informações básicas pode ser o fator decisivo entre receber apenas o valor mínimo ou garantir todos os extras disponíveis em 2026.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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