A Justiça decretou a falência de uma empresa que atua no Rio Grande do Sul. O movimento deixa mais de 600 trabalhadores sem receber salários e verbas rescisórias.
“Não recebemos. Comecei o ano sem dinheiro”, relata um funcionário da empresa que procurou a reportagem da Agência GBC e pediu para não ser identificado.
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De acordo com a decisão judicial que decretou a falência da empresa, estão suspensas as obrigações extraconcursais vencidas, a rescisão dos contratos, o procedimento de arrecadação dos bens e a autorizaçoa para que a administradora judicial realize as demissões. As medidas valem pelos próximos dois meses.
A reportagem fala sobre a Serede, subsidiária da Oi que atua não só no Rio Grande do Sul, mas em todo o território nacional.
No Brasil, devido a falência da empresa o número de trabalhadores que podem ficar sem o pagamento dos direitos trabalhistas pode chegar a 5 mil.
“Comecei o ano sem dinheiro”, diz funcionário demitido de empresa que decretou falência: sem garantia de pagamento das verbas rescisórias
Conforme o Sindicato dos Telefônicos do Rio Grande do Sul (Sinttel-RS), há reuniões de mediação envolvendo a Justiça do Trabalho. Porém, ainda não previsão para pagamentos das verbas rescisórias.
Porém, após ter a falência decretada, a empresa determinou que os ex-funcionários devolvam ferramentas de trabalho. Conforme a entidade, na lista estão equipamentos, notebooks, celulares, veículos e equipamentos de proteção individual.
A Agência GBC tenta contato com a empresa, mas ainda não obteve retorno.

