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24 de janeiro de 2026

CIN obrigatória? Saiba como emitir o novo RG e o que muda no novo documento

Nova Carteira de Identidade Nacional substitui o RG, unifica CPF e traz mais segurança; veja prazos, validade e como emitir gratuitamente

A Carteira de Identidade Nacional (CIN) já pode ser emitida gratuitamente em todos os estados brasileiros e vai substituir definitivamente o antigo Registro Geral (RG). O principal objetivo do novo documento é unificar a identificação dos cidadãos, adotando o CPF como número único válido em todo o território nacional.

Com a mudança, o governo busca reduzir fraudes, integrar bases de dados e modernizar o sistema de identificação no Brasil.

O que muda com a CIN em relação ao RG antigo?

Diferente do RG, que podia ter até 27 números diferentes — um em cada estado —, a CIN utiliza apenas o CPF, eliminando duplicidades e brechas para fraudes.

Entre as principais novidades do novo documento estão:

  • CPF como número único de identificação
  • QR Code para verificação de autenticidade
  • Biometria dos dez dedos e reconhecimento facial
  • Zona legível por máquina (MRZ), semelhante à do passaporte
  • Integração com sistemas públicos e privados

Além disso, a CIN permite a inclusão de outros documentos, como CNH, Título de Eleitor, Cartão do SUS, PIS/PASEP e Carteira de Trabalho.

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A CIN é obrigatória? RG antigo ainda vale?

A emissão da nova carteira não é obrigatória neste momento. No entanto, o RG antigo perderá validade em 2032. A partir dessa data, apenas a CIN, a CNH e o passaporte serão aceitos como documentos oficiais de identificação no Brasil.

Ou seja, quem ainda não fez a troca tem tempo, mas a recomendação é antecipar a emissão para evitar problemas no futuro.

Prazo de validade da nova Carteira de Identidade

Diferente do RG antigo, a CIN possui prazo de validade definido por faixa etária:

  • 0 a 12 anos incompletos: validade de 5 anos
  • 12 a 60 anos incompletos: validade de 10 anos
  • Acima de 60 anos: validade indeterminada

Como emitir a nova Carteira de Identidade Nacional

A primeira via da CIN é gratuita. Para emitir, o cidadão deve:

  1. Agendar atendimento no órgão de identificação do estado (Poupatempo, IGP, Detran, etc.)
  2. Comparecer presencialmente para coleta de biometria

Documentos necessários:

  • Certidão de nascimento ou casamento
  • CPF regularizado na Receita Federal
  • Comprovante de residência

A segunda via, em casos de perda ou roubo, pode ter cobrança de taxa, que varia conforme o estado.

CIN digital: documento também vale no celular

Após a emissão da versão física, o cidadão pode acessar a CIN digital pelo aplicativo Gov.br, com a mesma validade legal em todo o país.

O novo documento também facilita o acesso à conta Gov.br nível ouro, liberando mais de 4,6 mil serviços federais e milhares de serviços estaduais e municipais.

A CIN é segura? Especialistas explicam

Especialistas em cibersegurança avaliam positivamente a centralização da identidade digital, mas alertam para a importância da proteção de dados.

Entre as recomendações estão:

  • Evitar compartilhar documentos sem necessidade
  • Usar marca d’água ao enviar imagens da CIN
  • Proteger o CPF na Receita Federal
  • Registrar boletim de ocorrência em caso de uso indevido

A CIN segue as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e utiliza múltiplas camadas de segurança.

A nova Carteira de Identidade Nacional representa um avanço importante na identificação dos brasileiros. Mais segura, integrada e moderna, a CIN vai substituir definitivamente o RG até 2032 e quanto antes o cidadão fizer a troca, menos dor de cabeça terá no futuro.

Josué Garcia
Josué Garcia
Estudante de jornalismo e redator de SEO, Josué Garcia escreve sobre cotidiano.
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