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26 de janeiro de 2026

Desempregados poderão receber auxílio de até R$ 2.518 em 2026

O seguro-desemprego 2026 foi reajustado e muda o valor recebido por quem perdeu o emprego. Veja quanto pode cair na conta.

Trabalhadores que perderam o emprego sem justa causa começaram o ano com uma atualização importante em um dos principais auxílios pagos no país. O benefício, que funciona como apoio temporário em momentos de dificuldade, passou por mudanças que já estão valendo.

O reajuste acompanha a variação de um índice oficial de inflação e busca preservar o poder de compra de quem depende do auxílio para pagar despesas básicas enquanto procura uma nova colocação no mercado de trabalho.

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Com isso, o seguro-desemprego 2026 teve seus valores atualizados. O teto do benefício passou de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65, enquanto o valor mínimo subiu de R$ 1.518 para R$ 1.621, garantindo um repasse maior aos trabalhadores desempregados.

As novas regras começaram a valer em janeiro e se aplicam tanto para quem já está recebendo o benefício quanto para quem ainda vai fazer a solicitação. A atualização foi divulgada oficialmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e tem validade em todo o Brasil.

Como é feito o cálculo do seguro-desemprego 2026

O valor do benefício é calculado com base na média das três últimas remunerações do trabalhador antes da demissão. Quem tinha salário médio de até R$ 2.222,17 recebe 80% da média ou o valor do salário mínimo, prevalecendo o maior. Já salários entre R$ 2.222,18 e R$ 3.703,99 entram em uma fórmula mista. Para salários acima desse valor, o benefício fica fixado no teto de R$ 2.518,65.

Quem tem direito ao benefício

Para receber o seguro-desemprego 2026, é necessário ter sido demitido sem justa causa, estar desempregado no momento do pedido, não possuir renda suficiente para sustentar a família e não receber outro benefício contínuo, com exceção de pensão por morte ou auxílio-acidente.

O pedido deve ser feito pelo Portal Emprega Brasil, dentro do prazo estabelecido após a demissão, que varia conforme o tipo de vínculo empregatício.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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