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26 de janeiro de 2026

Pizzaria vendia comida estragada e faturava até R$ 10 mil por dia

Uma pizzaria vendia comida estragada, faturava alto e acabou interditada após denúncia. Caso levanta alerta sobre riscos à saúde.

Uma denúncia anônima levou as autoridades a investigarem um estabelecimento que, à primeira vista, funcionava normalmente e atendia um grande número de clientes todos os dias por meio de delivery. O volume de pedidos chamava atenção e levantou suspeitas sobre as condições reais do local.

A operação revelou um cenário preocupante, com indícios de descumprimento de normas básicas de higiene e segurança alimentar. A investigação buscava apurar se os alimentos comercializados ofereciam riscos à saúde dos consumidores.

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Durante a fiscalização, foi constatado que a pizzaria vendia comida estragada, mesmo mantendo um alto volume de vendas diárias. Segundo as informações apuradas, o local chegava a faturar cerca de R$ 10 mil por dia, com a comercialização de aproximadamente 250 pizzas.

No interior do estabelecimento, os agentes encontraram diversos ingredientes impróprios para consumo, como salsicha, milho, bacon, ovos, tomate e molhos em estado inadequado. Também foram localizadas massas de pizza armazenadas sem qualquer tipo de proteção, aumentando o risco de contaminação.

A situação levou à interdição imediata do local. A Vigilância Sanitária foi acionada para dar suporte à ocorrência, mas não conseguiu comparecer de forma imediata devido à limitação de equipes disponíveis no momento da ação.

O responsável pelo estabelecimento foi conduzido à delegacia e assinou um Termo Circunstanciado com base no artigo 268 do Código Penal, que trata do descumprimento de normas sanitárias. O caso ocorreu em uma pizzaria situada no bairro Jardim Luz, na cidade de Aparecida de Goiânia, em Goiás.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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