24.4 C
Canoas
30 de janeiro de 2026

Empresária dona de café fecha lojas por causa de sanduíche a R$ 114

Queijo quente de R$ 114 vira alvo de críticas virais, derruba faturamento e leva dona de café a fechar lojas. Caso gerou debate nas redes.

A dona de um café nos Estados Unidos decidiu fechar as portas do negócio após uma onda de críticas virais envolvendo o preço de um simples sanduíche. O caso ganhou repercussão depois que consumidores passaram a questionar o valor de um queijo quente de R$ 114, comercializado pela lanchonete The Farmer’s Wife.

(window.CE_API || (window.CE_API=[])).push(function(){ CE2.converted("d85159b7-2ca0-41ee-869b-f9f00f0d9f7a"); });

LEIA TAMBÉM:

(window.CE_API || (window.CE_API=[])).push(function(){ CE2.converted("40c9057e-db90-4322-9740-65b6134de93d"); });

Post viral desencadeou avalanche de avaliações negativas

A proprietária, Kendra Kolling, encerrou as atividades das duas unidades físicas do café. A loja de Point Reyes, região turística ao norte de São Francisco, fechou no início de janeiro. Já a unidade instalada no The Barlow Market, em Sebastopol, havia sido desativada no fim de 2024, conforme informações do site SFGate.

Segundo Kolling, a decisão veio após a repercussão de um post no Reddit que viralizou e levou milhares de usuários a zombarem dos preços praticados pelo estabelecimento. A publicação resultou em uma enxurrada de avaliações negativas, derrubando a nota do café em plataformas como Yelp e Google.

(window.CE_API || (window.CE_API=[])).push(function(){ CE2.converted("4b5b0609-0558-4f9e-ab7e-4bcdcc8390c0"); });

Empresária diz que críticas ultrapassaram o limite

“Não eram apenas críticas. Eram ataques pessoais, extremamente ofensivos”, afirmou a empresária. De acordo com ela, a discussão ganhou força no início de 2025 e teve impacto direto no faturamento, tornando a manutenção do negócio inviável.

Dona do café defende qualidade dos ingredientes

Kolling explicou que o valor cobrado refletia o uso de ingredientes considerados premium, muitos deles de produção local. Entre os itens citados estavam linguiças artesanais feitas na própria casa. Ela reconheceu que poderia ter reduzido custos, seja diminuindo porções ou trocando fornecedores, mas afirmou que isso descaracterizaria a proposta do negócio.

Futuro indefinido após desgaste emocional

“Minha marca e minha identidade foram brutalmente atacadas, e isso me esgotou”, declarou. A empresária não descarta uma reabertura no futuro, mas afirmou que, no momento, sua prioridade é se recuperar emocionalmente após a exposição negativa.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
MATÉRIAS RELACIONADAS

MAIS LIDAS