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03 de fevereiro de 2026

Limite de saque nos caixas eletrônicos é atualizado; veja quanto você pode retirar agora

Limite de saque nos caixas eletrônicos foi atualizado: confira quanto você pode retirar por operação e por dia nos principais terminais.

O limite de saque nos caixas eletrônicos foi atualizado e começa a valer em várias instituições financeiras, o que pode alterar quanto dinheiro você consegue retirar em espécie por operação ou por dia. Esse tipo de alteração impacta milhões de usuários que ainda dependem dos terminais para movimentar seu dinheiro, mesmo com a popularização dos pagamentos digitais como o Pix.

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Como funcionam os novos limites de saque

No caso da Caixa Econômica Federal, uma das instituições mais usadas no país, os valores variam conforme o tipo de conta do cliente:

  • Caixas eletrônicos da Caixa: saques por operação entre R$ 500 e R$ 1.500, com até três saques por dia permitido.
  • Caixa Tem (conta digital): limite por retirada de R$ 20 a R$ 1.200, usado por beneficiários de programas sociais e contas digitais.
  • Boca do caixa (guichê bancário): até R$ 2.000 por dia, mas geralmente com limite reduzido à noite.
  • Caixas da rede Banco24Horas: limites semelhantes aos dos caixas da Caixa, entre R$ 500 e R$ 1.500 por retirada.

Saques à noite e alternativas para valores maiores

Os limites também podem ser menores dependendo do horário: à noite, em muitas agências, os tetos caem para cerca de R$ 300, como medida de segurança e para reduzir riscos de assaltos.

Se você precisa sacar mais dinheiro do que o limite dos caixas:

  • Até R$ 5 mil: pode retirar diretamente no guichê da agência mediante apresentação de documentos.
  • Acima de R$ 5 mil: é preciso agendar a retirada com antecedência na agência para que o valor seja reservado.

Por que esses limites existem

Os valores e restrições de saque são definidos pelos próprios bancos com base em políticas de segurança, disponibilidade de numerário nas máquinas e custos operacionais. Com a digitalização dos serviços financeiros, muitos usuários migram para transações eletrônicas, mas o dinheiro em espécie ainda é essencial para determinadas situações, especialmente em áreas com menor acesso a serviços digitais.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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