A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou uma decisão que acendeu o alerta entre consumidores brasileiros nesta semana. Um leite condensado bastante conhecido acabou entrando na mira do órgão regulador após uma série de análises realizadas por laboratório oficial.
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A medida também envolveu outros produtos populares, incluindo suplementos vendidos amplamente pela internet. Segundo a Anvisa, as irregularidades encontradas levantam dúvidas sérias sobre a segurança e a procedência desses itens, o que motivou ações imediatas.
Embora o comunicado inicial não tenha causado grande repercussão, especialistas alertam que situações como essa podem representar riscos reais à saúde, principalmente quando envolvem alimentos consumidos por crianças e idosos.
Leite condensado é proibido pela Anvisa após bactéria perigosa ser encontrada em teste: entenda o caso
A partir das análises fiscais, a Anvisa determinou a interdição cautelar do leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita. O produto foi reprovado em um teste microbiológico que identificou níveis elevados de bactéria potencialmente prejudicial à saúde.
O exame detectou a presença de Estafilococos Coagulase Positiva, bactéria associada ao Staphylococcus aureus. Em quantidades acima do permitido, esse micro-organismo pode causar intoxicações alimentares e outras complicações, segundo especialistas em vigilância sanitária.
O teste foi realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. Diante do resultado, a Anvisa atribuiu o leite condensado à empresa Apti Alimentos. No entanto, a própria empresa afirmou, em nota oficial, que o produto não faz parte de seu portfólio e que a associação teria sido feita de forma equivocada.
Além do leite condensado, a Anvisa também apreendeu os suplementos Glicojax e Durasil, apontando que ambos possuem origem desconhecida e utilizam propagandas enganosas, com promessas terapêuticas sem comprovação científica.
Apesar das irregularidades, plataformas de vendas online continuam a comercializar esses suplementos. A reportagem tenta contato com as empresas envolvidas, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

