Uma empresa que atua no Rio Grande do Sul teve a falência decretada pela Justiça. O movimento deixa mais de 700 trabalhadores, desde dezembro, sem receber salários e verbas rescisórias.
“Até agora não recebi nada. Vou pagar minhas contas como?” conta um funcionário da empresa que atuava na Região Metropolitana e procurou a reportagem da Agência GBC pedindo para não ser identificado.
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Conforme a decisão judicial, com a falência da empresa decretada, estão suspensas as obrigações extraconcursais vencidas, a rescisão dos contratos, o procedimento de arrecadação dos bens e a autorizaçoa para que a administradora judicial realize as demissões. As medidas valem pelos próximos dois meses.
A reportagem fala sobre a Serede, subsidiária da Oi que atua não só no Rio Grande do Sul, mas em todo o território nacional.
No Brasil, o número de trabalhadores que podem ficar sem o pagamento dos direitos trabalhistas pode chegar a 5 mil.
“Vou passar o ano novo sem dinheiro”, diz funcionário demitido de empresa que decretou falência: sem garantia de pagamento das verbas rescisórias
Conforme o Sindicato dos Telefônicos do Rio Grande do Sul (Sinttel-RS), ocorreram reuniões de mediação envolvendo a Justiça do Trabalho. Porém, ainda não previsão para pagamentos das verbas rescisórias.
Porém, após ter a falência decretada, a empresa determinou que os ex-funcionários devolvam ferramentas de trabalho. Conforme a entidade, na lista estão equipamentos, notebooks, celulares, veículos e equipamentos de proteção individual.
A Agência GBC tenta contato com a empresa, mas ainda não obteve retorno.

