A notícia de que a Anvisa suspende marcas de café acendeu um alerta entre consumidores brasileiros. A decisão envolve produtos populares e determinou a retirada de lotes do mercado por risco à saúde.
O café é um dos alimentos mais consumidos no país e, por isso, passa por fiscalização constante. Órgãos como a Anvisa e o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) atuam de forma integrada para garantir que o produto chegue ao consumidor dentro dos padrões sanitários.
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Por que a Anvisa suspende marcas de café?
A Anvisa suspende marcas de café quando identifica irregularidades como presença de impurezas, matérias estranhas ou substâncias não declaradas no rótulo. O foco da agência é o produto já industrializado e disponível no varejo.
Em 2025, operações conjuntas com o MAPA intensificaram a fiscalização de cafés torrados e moídos. Durante as ações, dez marcas sofreram medidas restritivas, incluindo suspensão de lotes e proibição temporária de venda.
Entre elas estavam: Terra da Gente, Jalapão, Made in Brazil, Q-Delícia, Melissa, Pingo Preto, Oficial do Brasil, Café Câmara, Fellow Criativo e Vibe Coffee. Em alguns casos, após ajustes produtivos e novos laudos técnicos, as restrições foram revistas.
Como funciona a fiscalização do café no Brasil?
Quando a Anvisa suspende marcas de café, a decisão costuma vir após inspeções em fábricas, coleta de amostras e análises laboratoriais. A agência avalia critérios como pureza, higiene e rotulagem adequada.
Já o MAPA atua nas etapas anteriores, fiscalizando produção rural, armazenamento e beneficiamento dos grãos. O objetivo é impedir que produtos fora do padrão avancem na cadeia produtiva.
Essa atuação conjunta fortalece o controle e reduz o risco de adulteração.
Como escolher um café mais seguro?
Diante de casos em que a Anvisa suspende marcas de café, o consumidor deve redobrar a atenção na hora da compra.
Alguns cuidados importantes incluem:
- Conferir rótulo com fabricante, CNPJ, lote e validade;
- Verificar se a embalagem está íntegra;
- Buscar informações sobre origem e registro no MAPA;
- Acompanhar comunicados oficiais sobre recolhimentos;
- Guardar a nota fiscal para eventual reclamação.
Origem e qualidade também contam
O Brasil possui 35 regiões produtoras mapeadas, sendo 14 com Indicação Geográfica (IG). Regiões como Cerrado Mineiro, Mantiqueira de Minas e Caparaó são reconhecidas pela qualidade e rastreabilidade do café.

