Quem vai fazer a prova prática da CNH em 2026 precisa redobrar a atenção. Apesar de uma nova regra ter aumentado o limite de pontos para reprovação, a aplicação da norma ainda não é igual em todos os estados, e isso já está gerando confusão entre candidatos.
A mudança, que passou a valer nacionalmente após resolução publicada no fim de 2025, alterou de forma significativa a avaliação do exame de direção. No entanto, nem todos os Detrans já concluíram a adaptação ao novo sistema, o que pode resultar em reprovações com base nos critérios antigos.
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O cenário tem causado insegurança principalmente para quem acreditava que poderia cometer pequenos erros sem ser eliminado automaticamente. Em alguns estados, a regra antiga ainda estaria sendo utilizada, o que aumenta o risco de surpresa no resultado final.
Como funciona a pontuação da prova prática da CNH em 2026
Com a atualização das normas do Conselho Nacional de Trânsito, o candidato só deve ser reprovado na prova prática da CNH se ultrapassar 10 pontos durante o exame.
Antes da mudança, a eliminação podia ocorrer com apenas três pontos, tornando o teste mais rígido. Agora, a pontuação segue uma lógica semelhante à do Código de Trânsito Brasileiro:
- Falta leve: 1 ponto
- Falta média: 2 pontos
- Falta grave: 4 pontos
- Falta gravíssima: 6 pontos
Na prática, isso significa que pequenos erros não geram mais reprovação automática — desde que o limite total não seja ultrapassado.
Estados ainda podem aplicar regra antiga
Apesar da nova determinação, alguns estados solicitaram prazo para adaptar sistemas e treinar examinadores. Diante disso, a Secretaria Nacional de Trânsito iniciou fiscalização nacional para garantir o cumprimento da regra.
Um caso recente chamou atenção: uma candidata somou apenas seis pontos, o que garantiria aprovação pelo novo critério, mas acabou reprovada porque o Detran local ainda aplicava o modelo anterior.
Por isso, a principal recomendação para quem vai fazer a prova prática da CNH é simples e direta: antes do exame, consulte o Detran do seu estado e confirme qual regra está em vigor. Essa verificação pode evitar frustração, gastos extras e a necessidade de remarcar o teste.

