Um estudo inédito da Universidade de Maryland revelou que uma pessoa solta em média 32 puns por dia, número muito maior do que os 14 diários que a medicina considerava até então.
A pesquisa foi conduzida por Brantley Hall, especialista em microbiota intestinal, e é pioneira ao medir a frequência de gases de forma objetiva com sensores colocados na roupa íntima dos participantes.
Como o estudo dos puns foi feito
- Participantes: 19 adultos
- Duração: 1 semana
- Método: Sensor discreto na roupa íntima que registra a liberação de gases em tempo real
- Extra: Durante o teste, os voluntários consumiram doces com inulina, um prebiótico natural, para medir o aumento da produção de gases
O dispositivo mostrou 94,7% de precisão, confirmando que a tecnologia funciona para monitorar a atividade intestinal.
LEIA TAMBÉM:
- Alerta aos pais: Anvisa recolhe fórmula infantil da Nestlé e suspende lotes
- PIS/Pasep é adiado: veja a nova data de pagamento do abono salarial em 2026
- Nova Carteira de Identidade: veja como solicitar pelo celular antes do prazo final
O que os gases dizem sobre o intestino
Os gases intestinais surgem principalmente quando bactérias fermentam alimentos ricos em fibras, liberando hidrogênio e outros gases. A quantidade de puns pode variar muito de pessoa para pessoa, indicando diferenças no funcionamento do intestino e na digestão.
- Mais gases: Pode causar inchaço e desconforto abdominal
- Menos gases: Nem sempre indica problema, mas mostra menos fermentação intestinal
Por que a pesquisa é importante
Antes, médicos dependiam apenas do relato do paciente para avaliar a produção de gases. Agora, com dados objetivos, é possível:
- Diferenciar funcionamento normal de intestinos de possíveis problemas digestivos
- Entender melhor como alimentação, probióticos e microbioma afetam a produção de gases
O estudo vai evoluir para o Atlas de Flatulência Humana, reunindo mais voluntários e detalhando a relação entre gases, alimentação e saúde intestinal.

