Milhares de brasileiros podem conquistar a casa própria com prestação zero em 2026 por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. O benefício é destinado principalmente a famílias que recebem o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e estão inscritas no Cadastro Único.
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Além disso, a gratuidade vale para contratos subsidiados com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) ou do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). No entanto, o direito depende da manutenção dos benefícios sociais, já que a suspensão do auxílio pode fazer as parcelas voltarem a ser cobradas.
Quem tem direito e como participar do programa
Em primeiro lugar, o programa atende famílias de baixa renda, principalmente da Faixa 1, que inclui quem ganha até R$ 2.640 mensais. Nesses casos, a inscrição começa obrigatoriamente com o cadastro atualizado no CadÚnico.
Depois disso, os interessados devem procurar a prefeitura para realizar o cadastro habitacional. Em seguida, ocorre a seleção com base em critérios sociais, como prioridade para mulheres chefes de família, pessoas com deficiência, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade.
Etapas finais e regras do financiamento
Após a seleção municipal, a Caixa Econômica Federal analisa os dados e, se tudo estiver correto, autoriza a assinatura do contrato do imóvel. Dessa forma, as famílias contempladas passam a ter acesso à moradia sem pagar prestações mensais.
Além disso, o governo exige que os empreendimentos estejam localizados em áreas urbanas com acesso a serviços essenciais, como transporte público, escolas e unidades de saúde. A medida busca garantir melhor qualidade de vida para os beneficiários.

