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22 de fevereiro de 2026

Novo RG é quase impossível de fraudar, saiba como fazer o seu

Levantamento da Serasa Experian aponta que a nova Carteira de Identidade Nacional é até 10 vezes mais segura que o antigo RG estadual

A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) apresenta desempenho muito superior na prevenção a fraudes quando comparada a documentos tradicionais como o RG estadual, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o DNI.

É o que aponta um levantamento da Serasa Experian, que analisou 30 milhões de transações financeiras realizadas entre janeiro e agosto de 2025.

Os números chamam atenção.

CIN é até 10 vezes mais segura que o RG antigo

De acordo com o estudo:

  • 86,9% das autenticações com a CIN foram aprovadas sem indícios de risco de fraude
  • O RG estadual registrou 80,6% de aprovação

Em termos proporcionais, a nova identidade se mostrou:

  • 10 vezes menos suscetível a falsificação que o RG estadual
  • 5 vezes mais segura que a CNH
  • 4 vezes mais segura que o DNI

Os dados reforçam a proposta do novo modelo: padronizar e aumentar a segurança da identificação civil no Brasil.

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Por que o novo RG é mais seguro?

Criada para unificar a identificação no país, a CIN utiliza como número único o CPF, eliminando um problema antigo: a possibilidade de uma mesma pessoa possuir diferentes números de RG emitidos por estados distintos.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, essa fragmentação facilitava brechas exploradas por criminosos em esquemas de fraude.

Com a padronização nacional:

  • Acabam as variações de layout entre estados
  • Os mecanismos de segurança são unificados
  • O controle digital se torna mais eficiente

O governo federal estima emitir 130 milhões de unidades até 2026, quando deixará de ser permitida a emissão de registros estaduais. A substituição completa do RG deve ocorrer até 2032.

Tecnologia reforça a proteção contra golpes

A Carteira de Identidade Nacional incorpora recursos tecnológicos modernos, como:

  • QR Code para validação digital
  • MRZ (zona de leitura automática), usada em passaportes
  • 🔍ntegração com bases oficiais de dados

Esses mecanismos permitem verificação rápida por sistemas eletrônicos e dificultam adulterações físicas ou digitais.

Além disso, o documento pode reunir informações adicionais, como dados da CNH, carteira de trabalho e tipo sanguíneo, reduzindo inconsistências cadastrais.

Onde ainda existem riscos?

Apesar do desempenho superior, o estudo identificou pontos sensíveis no processo de autenticação.

O principal alerta envolve o sistema de reconhecimento facial conhecido como “Facematch”, responsável por:

  • 41,1% dos casos de risco, quando a imagem apresentada não corresponde à base oficial

Outro fator relevante é a verificação cadastral:

  • 36,3% das ocorrências envolvem inconsistências nos dados pessoais informados

Ou seja, a maior parte dos riscos não está na falsificação do documento físico, mas em divergências digitais ou tentativas de fraude biométrica.

Vale a pena emitir a nova CIN agora?

Com a padronização nacional, número único vinculado ao CPF e tecnologias avançadas de validação, a nova Carteira de Identidade Nacional representa um avanço significativo na segurança documental no Brasil.

Embora nenhum sistema seja 100% imune a fraudes, os dados indicam que o novo RG está entre os modelos mais seguros já adotados no país.

Para quem busca mais proteção contra golpes e maior integração digital, a emissão da CIN pode ser um passo importante antes do prazo final de substituição do modelo antigo.

Josué Garcia
Josué Garcia
Estudante de jornalismo e redator de SEO, Josué Garcia escreve sobre cotidiano.
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