A Azul Linhas Aéreas anunciou oficialmente o fim do seu processo de recuperação judicial (conhecido nos Estados Unidos como Chapter 11). Essa notícia traz um grande alívio para o mercado e, principalmente, para os passageiros gaúchos. Com as contas reorganizadas, a companhia agora tem “caminho livre” para retomar seu plano de crescimento no Rio Grande do Sul. O objetivo é claro: transformar o Aeroporto Salgado Filho em um centro ainda maior de operações.
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O que muda com o fim da recuperação judicial da Azul?
Para quem viaja, o termo recuperação judicial pode causar medo, mas na prática ele serviu para proteger a empresa enquanto ela renegociava uma dívida que chegava a R$ 34,6 bilhões. Agora que esse processo foi concluído com sucesso, a Azul recupera sua força financeira para investir em novas aeronaves e mais horários de voo.
Portanto, a expectativa é que a empresa consiga colocar em prática o plano de saltar de 22 para 55 voos diários em Porto Alegre. Além disso, a companhia já enviou para a Fraport (administradora do aeroporto) um projeto para ampliar suas estruturas físicas. Isso mostra que, após vencer a crise financeira, a Azul está apostando todas as suas fichas na reconstrução do estado.
Azul segue o exemplo de Latam e Gol após crise financeira
É importante lembrar que a Azul não foi a única a passar por esse sufoco. Recentemente, a Latam e a Gol também utilizaram a lei de recuperação judicial para se salvarem. Consequentemente, o encerramento desse processo na Azul prova que o setor aéreo brasileiro está se estabilizando após os anos difíceis da pandemia e das enchentes que afetaram o Sul.
Atualmente, a empresa já opera com 180 aviões e conta com mais de 16 mil funcionários. Com o nome limpo e as dívidas parceladas, a empresa foca agora no primeiro trimestre de 2026 como o marco inicial de sua nova fase de expansão.
Mais voos e segurança para o passageiro gaúcho
Muitas famílias dependem da Azul para viagens de lazer ou trabalho. Por outro lado, o aumento da oferta de voos é fundamental para que os preços das passagens não disparem. Com a saída da recuperação judicial, a gerente de planejamento da empresa, Beatriz Barbi, confirmou que o número de passageiros no RS já voltou ao patamar de 5 mil por dia, o mesmo de antes da grande enchente.
Em suma, a notícia é positiva para todos:
- Mais horários: A meta é chegar a 55 voos por dia;
- Mais empregos: Ampliação da estrutura no entorno do aeroporto;
- Mais confiança: Empresa sólida e fora do risco jurídico.

