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02 de março de 2026

Auxílio para quem tem ansiedade ou depressão: como solicitar no INSS

Auxílio ansiedade e depressão cresce no Brasil e poucos sabem quem realmente pode receber. Entenda as regras do INSS.

O que antes era visto como um problema silencioso, tratado apenas dentro de consultórios, agora aparece com força nos números oficiais e mexe com o bolso do país. A ansiedade e a depressão deixaram de ser apenas questões individuais e passaram a impactar diretamente decisões econômicas, políticas públicas e até o mercado de trabalho.

Nos últimos anos, o aumento de afastamentos por transtornos mentais chamou a atenção das autoridades. Em meio a esse cenário, muita gente começou a buscar informações sobre o chamado auxílio ansiedade e depressão, um benefício que garante renda temporária para quem não consegue trabalhar durante o tratamento.

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Nos bastidores da Previdência Social, o crescimento nos pedidos de licença médica ampliou o alcance do benefício. O auxílio é concedido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a trabalhadores que comprovem, por meio de laudo médico, que estão temporariamente incapazes de exercer suas atividades profissionais.

Auxílio para quem tem ansiedade ou depressão: como solicitar no INSS

Para ter direito ao auxílio ansiedade e depressão, é preciso cumprir alguns requisitos. Entre eles, ter contribuído para a Previdência por pelo menos 12 meses antes do afastamento — salvo exceções previstas em lei. Além disso, o segurado deve apresentar documentação médica que comprove o diagnóstico e a incapacidade para o trabalho.

Atualmente, o pedido pode ser feito de forma totalmente digital pela plataforma Meu INSS. Em muitos casos, a análise ocorre sem perícia presencial, por meio da modalidade conhecida como Atestmed, que utiliza apenas avaliação documental. Esse formato ajudou a acelerar concessões e reduzir filas no sistema.

Especialistas alertam que o aumento desses afastamentos está ligado a jornadas extensas, pressão constante, instabilidade profissional e mudanças no ambiente de trabalho após a pandemia. O impacto financeiro é significativo: somente em 2025, os gastos com licenças por transtornos mentais ultrapassaram bilhões de reais, segundo levantamento divulgado pela imprensa.

Apesar dos custos, o benefício é considerado fundamental para garantir tratamento adequado e evitar o agravamento dos quadros clínicos. A duração do auxílio ansiedade e depressão varia conforme avaliação médica e pode ser prorrogada caso a incapacidade persista.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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