A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o caso da ex-moradora de Canoas, Luciani Aparecida Estivalet Freitas de 47 anos, que estava desaparecida e foi encontrada morta em Santa Catarina. O caso ganhou novos desdobramentos nesta sexta-feira (13).
Conforme a investigação, o CPF de Luciani foi utilizado após o desaparecimento que ocorreu no dia 4 de março para realizar compras pela internet. Entre os itens comprados estão: um arco de flechas, um controle de videogame e uma televisão.
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Os itens comprados levaram a prisão da proprietária de uma pousada em Florianópolis. A polícia encontrou os objetos no imóvel e a mulher acabou capturada em flagrante por receptação.
O carro de Luciani, um HB20, e duas malas com pertences dela também foram encontrados na pousada. Para a polícia, a mulher alegou que os objetos foram encontrados em um apartamento desocupado logo após o pedido de um inquilino.
Além dela, mais quatro pessoas envolvidas no crime foram presas.
Entenda o caso da ex-moradora de Canoas que estava desaparecida e foi encontrada morta em Santa Catarina
Luciani Aparecida Estivalet Freitas de 47 anos que estava desaparecida desde o dia 4 março em Santa Catarina foi encontrada morta e esquartejada. A informação foi confirmada pela família na manhã desta sexta-feira (13).
Conforme informações preliminares, Luciani teria sido dopada e morta no dia 4 de março. Em seguida, ela foi esquartejada e colocada dentro da própria geladeira. O corpo teria sido retirado do apartamento dela no último sábado (7), colocado em sacos de lixo e descartado nas margens de um rio na cidade de Major Gercino, em SC. Além disso, até o dia 9 de março, os envolvidos no crime utilizaram o celular da vítima para entrar em contato com a família.
Ainda, de acordo com a polícia, partes do corpo foram encontrados na última quinta-feira (11). Porém, até o momento, não há informações sobre onde estão a cabeça, os braços e os pés da vítima.
“A investigação continua, no intuito de colher outros elementos, porém, a dinâmica e a autoria desses crimes de latrocínio e de ocultação de cadáver já foram esclarecidos”, diz nota encaminhada pela Polícia Civil de Santa Catarina.

