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18 de março de 2026

Oi admite falta de caixa e pagamento de trabalhadores passa a depender de venda milionária

Oi admite falta de caixa e deixa pagamento de trabalhadores condicionado a venda de ativo; Situação gera incerteza. Leia mais detalhes.

A situação financeira da Oi voltou a chamar atenção após a revelação de que a empresa não possui recursos em caixa para quitar compromissos trabalhistas neste momento.

A informação surge em meio a um cenário de incerteza envolvendo pagamentos e o futuro de trabalhadores afetados pela crise.

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Segundo representantes dos empregados, a solução pode depender de uma negociação ainda em andamento.

Oi sem caixa e pagamentos seguem indefinidos

De acordo com informações do processo, a empresa informou que não tem recursos disponíveis para arcar com os débitos trabalhistas agora.

Com isso, os pagamentos ficam condicionados à venda de participação da companhia na empresa V.tal.

A situação cria um cenário de incerteza para os trabalhadores, que ainda aguardam definição sobre quando irão receber.

Crise se agrava após falência de empresa ligada ao grupo

O problema ocorre após a decretação de falência de uma empresa ligada ao grupo, decisão tomada pela Justiça do Rio de Janeiro.

A medida foi baseada na falta de viabilidade econômica e financeira, além da incapacidade de manter operações básicas.

Trabalhadores aguardam definição

Na prática, os trabalhadores passam a disputar os valores dentro do processo falimentar, sem garantia imediata de pagamento.

A Justiça determinou que os créditos sejam analisados dentro do processo, enquanto um plano de venda de ativos ainda deve ser apresentado.

Venda de ativos pode destravar pagamentos

A expectativa é que a venda de participação na V.tal possa gerar recursos para quitar os débitos. Até lá, o cenário segue indefinido, com milhares de trabalhadores aguardando uma solução.

A reportagem tenta contato com a Oi para comentar o assunto, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
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