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Canoas
01 de abril de 2026

Grupo que recruta motoristas de aplicativo para entregar drogas em Canoas e região é alvo de operação da Polícia Civil

Até o momento, a Operação Nivek tem 19 presos.

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (1º) a Operação Nivek contra um grupo criminoso que atua com o tráfico de drogas e venda ilegal de armas. A prática criminosa ocorre em Canoas e em outras cidades da Região Metropolitana.

De acordo com a Polícia Civil, estão sendo cumpridas mais de 55 ordens judiciais, entre 28 mandados de busca e apreensão e 28 de prisão preventiva em cidades da Grande Porto Alegre.

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Além disso, também há cumprimento de ordens judiciais nas penitenciárias de Canoas, Charqueadas, Rio Grande, Montenegro, Porto Alegre e Venâncio Aires.

Até o momento, 19 criminosos foram presos.

Saiba mais detalhes sobre a Operação Nivek

De acordo com o delegado Ewerton de Melo Souza, da 1ª Delegacia de Investigação do Narcotráfico (1ª DIN/Denarc), a investigação começou após a descoberta de que um imóvel em Esteio era utilizado para o tráfico de drogas.

Durante a investigação, os policiais abordaram um veículo e, prenderam em flagrante, um membro do grupo criminoso com maconha, comprimidos de ecstasy, cocaína, sementes de maconha, balança de precisão e cinco celulares.

Com a quebra de sigilos telefônicos e telemáticos de um dos aparelhos apreendidos, os policiais comprovaram os fatos relatados na denúncia e identificaram outros membros do grupo criminoso.

Além disso, os policiais também apuraram que o grupo recrutava motoristas de aplicativo para realizar a distribuição de drogas. Entre as substâncias vendidas estão cocaína, maconha, ecstasy, LSD e MDMA, além da comercialização de arma de fogo.

Por fim, a investigação também apurou que, de dentro do sistema prisional, criminosos planejavam a ordem de compra venda de drogas além da realização de sequestros.

“A investigação encontra-se em estágio avançado, sendo as medidas adotadas essenciais para a conclusão do inquérito policial e o aprofundamento na identificação dos vínculos entre os investigados”, afirma o delegado Ewerton.

Jaime Zanatta
Jaime Zanatta
Jornalista formado pela Unisinos escreve sobre economia, cotidiano, polícia e o dia a dia das cidades.
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