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06 de abril de 2026

Ciclone extratropical traz chuva intensa e ventos de até 80 km/h ao sul do Estado do Rio Grande do Sul: Defesa Civil alerta

Ciclone extratropical provoca chuva intensa e ventos fortes no sul do Estado. Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul alerta para possíveis transtornos

Um ciclone extratropical está prestes a atingir a Zona Sul do Rio Grande do Sul, com previsão de chuva forte e rajadas de vento intensas entre esta terça-feira (7) e quarta-feira (8). O fenômeno, que deve começar a se formar na terça, foi monitorado pelo Centro Interinstitucional de Observação e Previsão de Eventos Extremos (Ciex) da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).

Formação e trajetória do ciclone

O ciclone extratropical começa a se formar a partir de uma área de baixa pressão no norte da Argentina, avançando para o oeste do Rio Grande do Sul e a fronteira com o Uruguai. Esse sistema se desenvolve rapidamente em direção ao oceano e pode passar próximo ao território uruguaio.

A previsão é de que a Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul acompanhe o fenômeno de perto, já que os ventos e chuvas intensas podem causar transtornos nas regiões afetadas.

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O que esperar para o sul do Estado?

Na terça-feira (7), a chuva deve atingir todo o Estado, com rajadas de vento e possibilidade de granizo. O destaque é para as cidades de Rio Grande e Pelotas, que deverão registrar até 40 milímetros de chuva até quarta-feira (8). Além disso, o vento pode atingir até 70 km/h nas primeiras horas da terça-feira, aumentando na quarta-feira, quando as rajadas podem alcançar até 80 km/h.

O risco de ventos fortes

Especialistas alertam para os perigos dos ventos fortes, que podem causar quedas de galhos, destelhamentos e outros danos em áreas urbanas. A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul orienta que a população fique atenta e tome precauções, como evitar áreas arborizadas e ficar em locais seguros durante o pico das rajadas de vento.

O que é um ciclone extratropical?

Os ciclones extratropicais são fenômenos atmosféricos distintos dos ciclones tropicais, que se formam em regiões quentes do mar. No caso do ciclone que afeta o Rio Grande do Sul, o fenômeno é resultado da interação de massas de ar quente e frio nas latitudes médias.

Ele provoca fortes tempestades, especialmente em regiões com grande contraste térmico, como o sul do Brasil. O ciclone extratropical desta semana está sendo alimentado pela diferença entre a massa de ar quente sobre a Argentina e o ar frio de origem polar que avança pelo leste da Argentina em direção ao oceano.

Medidas de precaução e alerta da Defesa Civil

A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul pede que a população siga as recomendações para garantir sua segurança. O monitoramento constante da situação será mantido, e o acompanhamento das atualizações sobre o fenômeno é crucial para se proteger adequadamente.

Josué Garcia
Josué Garcia
Estudante de jornalismo e redator de SEO, Josué Garcia escreve sobre cotidiano.
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