Um crime envolvendo uma mãe e as próprias filhas chamou atenção pela frieza e pela forma como tudo foi planejado. O caso, que chocou moradores da região, levanta uma dúvida que muita gente se faz: como algo assim pode acontecer dentro da própria família?
Nos últimos dias, novas informações vieram à tona após o avanço das investigações, revelando detalhes que até então não eram conhecidos pelo público.
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A Polícia Civil concluiu o inquérito e confirmou que a vítima foi assassinada após ser atraída para uma emboscada montada pelas próprias filhas.
Mãe foi vítima de plano dentro da própria família
A vítima, uma mulher de 55 anos, foi levada até uma área rural, onde acabou sendo morta com diversos golpes de arma branca.
Após o crime, o corpo foi jogado em um rio da região, numa tentativa de dificultar a descoberta.
Dias depois, o corpo foi encontrado já em estado avançado, o que aumentou ainda mais o impacto do caso.
Motivação do crime envolve dinheiro e conflitos familiares
As investigações apontaram que o crime teria sido motivado por disputas relacionadas ao controle financeiro dentro da família.
Segundo a polícia, a mãe administrava a principal fonte de renda, o que teria gerado conflitos e levado as suspeitas a enxergá-la como um obstáculo.
A partir disso, foi montado um plano que, segundo os investigadores, já vinha sendo pensado com antecedência.
Tentativa de enganar a família chamou atenção
Um dos pontos que mais chamou atenção foi a tentativa de simular o desaparecimento da vítima.
As investigadas chegaram a utilizar um celular em nome da própria mãe para enviar mensagens, tentando convencer familiares de que ela teria saído por conta própria.
Além disso, houve ações para apagar provas e dificultar o trabalho da polícia.
Filhas são indiciadas após conclusão do inquérito
Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil indiciou as duas filhas pelos crimes relacionados ao assassinato da mãe.
Uma delas vai responder por feminicídio, ocultação de cadáver, apropriação indevida e supressão de documento.
A outra também foi indiciada por feminicídio e ocultação de cadáver, além de falsa identidade e outros crimes ligados à tentativa de esconder o caso.
As duas seguem presas após decisão da Justiça.
Investigação aponta ação planejada
De acordo com a polícia, o crime foi premeditado e contou com ações antes e depois da execução para tentar despistar as autoridades.
As provas técnicas confirmaram que as duas estiveram no local no momento do crime, reforçando a atuação conjunta.
O caso agora segue para análise do Ministério Público.
O crime aconteceu em 2025, na zona rural do município de Peixe, região sul do Tocantins.

