A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (29) a Operação Notre Dame em Canoas. O alvo é um grupo criminoso que assaltava residências.
Conforme a Polícia Civil, a investigação começou após um roubo a residência em Canoas. Na ocasião, criminosos invadiram o imóvel e mantiveram funcionários amarrados enquanto roubavam bens de alto valor como joias, relógios e acessórios de luxo.
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Após o registro da ocorrência, a investigação apurou um sofisticado esquema logístico. Os criminosos vieram de São Paulo e contaram com bandidos gaúchos para cometer o crime.
“O monitoramento técnico e o uso de inteligência nos permitiram mapear cada passo da associação criminosa”, afirma o delegado Gustavo Bermudes, titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) de Canoas.
O delegado Marco Guns, que também participou da operação, salientou que a rapidez nas diligências preliminares foi de extrema importância para o esclarecimento do caso.
Operação Notre Dame tem quatro presos
Durante a operação, policiais cumpriram 11 ordens judiciais, sendo quatro ordens de prisão temporária e 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Lajeado, Gravataí, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Além disso, os policiais também cumpriram mandados em cidades de São Paulo e do Ceará.
Quatro criminosos foram presos.
“A repressão ao roubo a residência deve ser enérgica e exemplar. Este crime viola o asilo inviolável do cidadão: seu lar. Quando vítimas são rendidas em seu momento de repouso e proteção, o dano psíquico é imensurável. Nossa resposta hoje reafirma que a integração entre as instituições de segurança é a barreira intransponível contra o crime organizado”, destaca o delegado Cristiano Reschke, diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM).

