O programa Minha Casa Minha Vida ganhou um novo reforço no Rio Grande do Sul. O Ministério das Cidades confirmou a seleção de mais 512 unidades habitacionais para o município de Rio Grande, ampliando a oferta de moradias populares destinadas a famílias de baixa renda.
A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Planejamento, Habitação e Regularização Fundiária (SMPLANH), que acompanha os projetos junto ao governo federal. A expectativa é que o número total de moradias chegue a aproximadamente 900 unidades caso uma segunda proposta em análise também seja aprovada.
LEIA TAMBÉM:
- Tecnologia gaúcha criada em garagem de Porto Alegre é usada pela Coca-Cola nos estádios da Copa do Mundo 2026
- Eduardo Bolsonaro é condenado pelo STF: entenda o que acontece agora
- Trabalho com carteira assinada corta o Bolsa Família em 2026? Entenda o que realmente acontece
Onde serão construídas as novas moradias?
Segundo o município, os empreendimentos selecionados fazem parte da modalidade Minha Casa Minha Vida Entidades.
Entre os projetos confirmados estão:
- Recanto da Lagoa I – 200 moradias;
- Recanto da Lagoa II – 200 moradias;
- Residencial Miguel Lobato – 112 moradias.
Os dois primeiros empreendimentos ficarão próximos à Justiça Federal e ao canalete da Major Carlos Pinto. Já o Residencial Miguel Lobato será construído no bairro Junção, nas proximidades do Terminal Rodoviário.
Cidade pode receber até 900 unidades
Além das 512 moradias já confirmadas, a prefeitura aguarda a análise de outros projetos vinculados ao Minha Casa Minha Vida – FAR (Fundo de Arrendamento Residencial).
Essa modalidade é voltada principalmente para famílias da Faixa 1 do programa, considerada a faixa de menor renda. Nela, o governo federal financia a construção das unidades habitacionais por meio de recursos públicos destinados à habitação popular.
Caso as propostas em análise sejam aprovadas, Rio Grande poderá alcançar cerca de 900 novas moradias.
O que é o Minha Casa Minha Vida FAR?
O Minha Casa Minha Vida FAR é uma modalidade destinada principalmente às famílias de baixa renda.
Os empreendimentos são construídos com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial, permitindo que famílias que atendam aos critérios do programa tenham acesso facilitado à casa própria.
Segundo a prefeitura, quatro áreas do município seguem em análise pela Caixa Econômica Federal para futuras construções habitacionais dentro dessa modalidade.
Parceria busca ampliar oferta de moradias populares
De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, a conquista é resultado de uma parceria envolvendo movimentos sociais, cooperativas habitacionais, a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e o poder público municipal.
A expectativa é que os novos empreendimentos ampliem o acesso à moradia popular e contribuam para reduzir o déficit habitacional na região.

