Cliente compra pedaço de costela, chega em casa e percebe que supermercado cobrou carne como se fosse picanha

O cliente só percebeu a diferença depois da compra; quando o supermercado registra um corte de carne como outro mais caro, a cobrança pode ser contestada.

Um cliente comprou um pedaço de costela em um supermercado e só percebeu um problema depois de chegar em casa e conferir a etiqueta da embalagem.

A carne escolhida era costela.

Mas, na hora da pesagem, o produto havia sido registrado como picanha, corte normalmente vendido por um valor mais alto.

Na prática, o cliente acabou pagando preço de picanha por um pedaço de costela.

Cliente percebe erro do supermercado só depois de chegar em casa

Em um cenário hipotético, o consumidor passa pelo açougue, escolhe a costela e recebe a carne já embalada e etiquetada.

Como o pacote parecia normal, ele não confere com atenção a descrição impressa antes de passar pelo caixa.

A surpresa aparece somente em casa.

Ao olhar a etiqueta com mais calma, percebe que o nome registrado era “picanha” e que o preço por quilo correspondia a um corte diferente daquele comprado.

Estabelecimento pode devolver a diferença?

Se ficar comprovado que houve erro na identificação do produto e isso resultou em cobrança maior, o cliente pode procurar o supermercado para pedir a correção.

A nota fiscal, a etiqueta e a própria carne podem ajudar a demonstrar o problema.

Dependendo da situação, o estabelecimento pode refazer o cálculo e devolver a diferença cobrada indevidamente.

Costela e picanha têm preços diferentes

A diferença entre os cortes pode pesar bastante no valor final da compra.

Por isso, selecionar o código errado na balança ou imprimir uma etiqueta com a descrição incorreta pode fazer o consumidor pagar muito mais do que deveria.

Quanto maior o peso da peça, maior também pode ser a diferença na conta.

O que fazer ao perceber a cobrança errada

O ideal é não retirar a etiqueta da embalagem antes de procurar o estabelecimento.

Também vale guardar a nota fiscal e registrar fotos mostrando o produto, o peso, o preço por quilo e a descrição impressa.

Essas informações ajudam a comprovar que o corte levado para casa não correspondia ao produto cobrado.

Se o supermercado reconhecer o erro, a diferença pode ser corrigida sem necessidade de uma discussão maior.

Vale conferir a etiqueta antes de sair do mercado

A situação também serve de alerta para quem compra carnes embaladas ou pesadas no balcão.

Antes de colocar o produto no carrinho, vale conferir:

  • nome do corte;
  • peso registrado;
  • preço por quilo;
  • valor total;
  • validade.

Uma checagem rápida pode evitar descobrir o problema apenas depois de chegar em casa.

A situação descrita nesta matéria é fictícia e foi construída para ilustrar um erro de identificação e cobrança na venda de carnes por peso. Ainda assim, a orientação é válida: se o supermercado cobrar por um produto mais caro do que aquele efetivamente comprado, o consumidor pode procurar o estabelecimento e pedir a correção do valor.

Jaime Zanatta
Jaime Zanatta
Jornalista formado pela Unisinos escreve sobre economia, cotidiano, polícia e o dia a dia das cidades.
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