Jaime Zanatta/GBC

Foto: Jaime Zanatta/GBC

Da redação | Foi enterrado no final da manhã deste domingo (3) o corpo de Diego Dagoberto Oliveira Pereira de 28 anos. Motorista de aplicativo, ele foi encontrado morto na madrugada do último sábado (2) na Estrada da Pedreira, na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre.

O enterro no Cemitério Santo Antônio foi acompanhado por amigos, familiares e diversos motoristas de aplicativo. Eles saíram em carreata do Largo da Epatur, na Capital e vieram até Canoas. O movimento foi organizado pelo presidente da Associação Liga dos Motoristas de Aplicativos (Alma), Joe Moraes. O apelo da categoria é por mais segurança. “A criminalidade está nos atingindo brutalmente. Acredito que pela facilidade de chamar um motorista, eles estão cometendo estes crimes”, comentou.

Os carros que participaram da carreta estavam com mensagens de luto nos vidros traseiros (Foto: Jaime Zanatta/GBC)

Em busca de respostas

Abalada, a esposa Michele Oliveira da Silva de 25 anos, foi abraçada por todos que acompanharam o velório e o enterro. Para a imprensa, ela contou que o marido trabalhava como motorista de aplicativo há pouco mais de um ano. “Falei com ele a última vez por volta da 1h10 da madrugada, Diego me contou que estava indo levar um guri em Porto Alegre. Depois não falei mais com ele”.

Além da esposa, Diego vai deixar três filhos de 9, 5 anos e um bebê de sete meses. “Ele era um marido maravilhoso, não deixava faltar nada para os filhos”, afirmou Michele.

Dezenas de pessoas acompanharam o enterro (Foto: Jaime Zanatta/GBC)

A mãe de Diego, Osmarina de Oliveira de 64 anos, precisou ser amparada pela família. Em nome dela, quem falou foi o padrasto Ivanir da Silva. “Tiraram um pai, um filho, uma pessoa generosa, mataram muitos sonhos juntos. Estamos arrasados e nenhuma palavra consegue traduzir o que estamos sentindo”, exclamou.

“Eu espero que achem e prendam quem fez isso com ele. Diego não devia nada para ninguém”, finalizou a esposa.

Investigação

Conforme o delegado Leandro Bodoia, a polícia ainda não sabe o que motivou o crime. Ele ainda informou que a carteira e o celular do motorista não foram roubados. Porém, o dinheiro foi levado.

No momento do crime, de acordo com a família, Diego fazia uma corrida particular, foram das plataformas. O delegado afirmou que Pereira trabalhava para duas empresas de transporte por aplicativo. As companhias alegaram que as últimas corridas do prestador de serviço ocorreram nos dias 27 e 31 de janeiro.

4 COMENTÁRIOS

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