Foto: Polícia Civil/Divulgação

Da redação | Os agentes da 2ª Delegacia de Polícia de Cachoeirinha, na Região Metropolitana, seguem investigando o caso de crueldade que aconteceu na última sexta-feira (23). Uma criança foi encontrada esquartejada.

A cabeça da criança foi encontrada por moradores que ligaram para a polícia. Quando os agentes chegaram na Rua Bélgica, no bairro Marechal Rondon, encontraram um dos braços. Em um terreno baldio, estava uma sacola com restos de uma placenta.

Agora, a Polícia Civil está buscando a mãe da criança. Quem tiver informações pode entrar em contato pelos telefones: 181, (51) 3469-1359, 3469-7000 da 2ª DP e 3470-1122, 3470-6122 da 1ª DP. “O sigilo é garantido”, afirmou o delegado que está investigando o caso.

O que se sabe até agora?

Inicialmente, os policiais acreditaram que a mãe da criança, teria dado a luz no local e acabou deixando o bebê por ali. Mas como que o pequeno foi esquartejado? A primeira hipótese teria sido a seguinte: cachorros teriam mordido o corpo. Porém, o delegado Maurício Barison, contou que os cortes estavam limpos e foram feitos com uma faca. “Ficou claro que não foram as dentadas dos animais”.

Outra dúvida, que só será respondida quando o laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) for concluído, é se a criança ainda estava viva quando foi esquartejada. “Pelo cenário, podemos pensar que a sacola foi largada aqui fechada e os animais farejaram os órgãos”, pontuou Barison.

Imagens do local

Na segunda-feira (26), começou a circular a informação de que câmeras de segurança mostram um homem deixando os pedaços nesses locais. Conforme o delegado Maurício Barison, titular da 2ª Delegacia de Cachoeirinha, o caso é complicado, e as motivações do crime ainda são desconhecidas. “Não divulgamos essas imagens das câmeras como está sendo publicado”, pontuou. Agora, os agentes buscam identificar quem seria o homem.

As partes do corpo do bebê foram deixadas nos locais por volta das 9h da última sexta-feira. Moradores acionaram a polícia por volta das 11h. Desde então, agentes buscam informações também em hospitais, clínicas médicas ou de dependentes químicos, abrigos e residências de bairros próximos. A perícia que pode indicar as causas do delito ainda não foi concluída.