A Polícia Civil prendeu um homem de 38 anos por homicídio em Canoas. O preso é acusado de ter matado Júlio Marcílio Paulo de 26 anos no dia 11 de abril

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Conforme a investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas, Júlio trabalhava no asilo que o preso era proprietário. Ele chegou a ser demitido dias antes do crime e por isso, os agentes trabalham com três motivações para o crime. São elas: dívida trabalhista, homossexualidade e queima de arquivo.

Segundo os investigadores, a vítima ocupava o cargo de gerente no lar geriátrico pertencente ao empresário e, por isso, tinha conhecimento de atividades ilegais naquele estabelecimento. Além disso, ele também tinha conhecimento de fatos íntimos e de uma relação extraconjugal do acusado.

Para cometer o crime, o homem contratou um prestador de serviços que reformava o asilo. O segundo homem, que também foi preso por homicídio, recebeu R$ 80 para levar o autor até a casa da vítima. No local, Júlio foi chamado na frente de casa. Quando atendeu, dentro do pátio de casa, foi alvejado com tiros de 9mm. Ele morreu no local.

De acordo com o delegado Thiago Carrijo, titular da DHPP, o Serviço de Investigação diligenciou e encontrou, em Porto Alegre, o veículo utilizado no crime. Com ele, estava o prestador de serviço que contou a dinâmica do crime.  Já o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana (2ª DPRM), delegado Mário Souza, afirmou que “a investigação foi complexa e conseguiu esclarecer um grave crime em Canoas.”

Os presos, que não tinham antecedentes criminais, foram encaminhados para o presídio.