Foto: Jaime Zanatta/GBC

Choveu muito nas últimas horas em Canoas. Segundo dados da MetSul Meteorologia foram 131 mm, superando os 129 mm da média histórica de julho. Ou seja, em um dia, caiu a chuva que era esperada para o mês inteiro.

Mesmo com tanta água, o município não registrou nenhum alagamento. Segundo a Defesa Civil, a única ocorrência atendida ligada ao temporal foi a de uma família que pediu lona pelo telhado ter sido parcialmente atingido com a forte ventania. Do contrário, ninguém precisou sair de casa por causa da água.

Na última semana, quando houve a passagem do ciclone bomba, também choveu bastante no município. A velocidade dos ventos, na ocasião, beirou os 100km/h.

O que está acontecendo na Praia do Paquetá?
Por causa das enchentes no Vale do Paranhana, os rios estão cheios e o problema reflete em Canoas. O Sinos está a mais de 2 metros do seu nível normal e já está transbordando.

Conforme o secretário da Defesa Civil, Cel. Rodolfo Pacheco, isso é uma inundação. “Não é alagamento e sim uma inundação já que o rio transbordou. Não temos como evitar isso, ao contrário do que fizemos com o primeiro problema.”

Além da Prainha do Paquetá, o problema de inundações pode ocorrer também na Rua da Barca, no bairro Mathias Velho. “Estamos monitorando a situação dos moradores. No Paquetá, eles já são preparados para isso. Tem barco e as casas são mais altas”, ressalta.

E na Nazário?

Foto: Jaime Zanatta/GBC

Uma reportagem publicada mais cedo, em Agência GBC, mostrou que um trecho da Estrada do Nazário está intransitável. Porém, o problema não é de responsabilidade da Prefeitura de Canoas. Por isso, a reportagem está em contato com as prefeituras de Cachoeirinha e Esteio.