Foto: Polícia Civil/Divulgação

A idosa Cleide Terezinha Frare, de 63 anos, que estava desaparecida desde o dia 8 de janeiro moradora do bairro Guajuviras em Canoas, foi encontrada morta no final da tarde do último sábado (23), em um matagal.

Segundo informação da família, três grupos de buscas foram formados e, ao entrarem em um mato, localizado na frente do loteamento Paradis, ainda no Guajuviras, encontraram o corpo de Cleide que já estava em estado de decomposição, foi encontrado pelo genro e filhos. A causa da morte ainda não foi revelada.

Relembre o caso

Segundo o genro de Cleide, Gerson dos Santos, no dia que a sogra desapareceu, ela fez o café da manhã por volta das 7 horas e arrumou a água para que Gerson pudesse levar para trabalhar. Após isso ela saiu para jogar o lixo na lixeira e depois foi acordar a filha para informar que iria deitar de novo, pois ainda estava com sono, por volta das 8 horas. De acordo com Gerson, quando a esposa levantou, por volta das 9 horas, Cleide já não estava mais em casa.

“Há uma câmera de segurança na minha rua e nas imagens nós vimos que ela saiu de casa por volta das 8 horas, e não voltou mais”, conta Gerson.

Nas imagens das câmeras de segurança é possível ver que Cleide saiu de casa levando um guarda-chuva e estava vestindo uma regata branca florida, bermuda, chinelo e uma tiara na cabeça.

De acordo com Gerson, a família mora em Canoas há 11 meses, antes moravam em Santa Bárbara do Sul. “Ela não conhece nada e nem ninguém. Ela ficou dentro de casa todo o tempo da pandemia. Ela está sofrendo com problemas de memória e saiu sem carteira e documentos”, afirma.

Cleide também saiu sem seus remédios que ela toma diariamente. Ela realizou uma cirurgia cardíaca há dois anos.