A Polícia Civil apreendeu, na noite de terça-feira (3), um caderno com frases ofensivas na casa onde Yasmin Rodrigues de 26 anos – presa por matar o filho de 7 anos –, vivia com a criança e a companheira. Segundo apurado pela investigação, Miguel dos Santos Rodrigues, era obrigado a copiar essas frases.  

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Segundo o delegado Antonio Carlos Ractz, Miguel era obrigado a copiar frases como “eu sou um idiota”, “não mereço a mamãe que eu tenho”, “eu sou ladrão, “eu sou ruim” e “eu sou um filho horrível”. Além do caderno, a polícia também localizou uma corrente, que seria utilizada para manter a criança presa.

Entenda o caso

Yasmin Vaz dos Santos, de 26 anos, foi presa em flagrante após procurar a delegacia de Imbé para comunicar o desaparecimento do filho Miguel, de apenas 7 anos. Ao longo da conversa com os policiais, ela confessou que dopou a criança e jogou no rio.

De acordo com a polícia, a mulher disse que não tinha nenhum sentimento pelo filho e deu fluoxetina para a criança antes de colocar o corpo em uma mala. Em seguida, ela saiu com a companheira e na beira do rio, tirou o filho da mala e arremessou no rio. Ela não sabe se ele estava morto.

O corpo ainda não foi localizado. Bombeiros que trabalham nas buscas acreditam que o corpo da criança pode estar no mar.

Agência GBC tentou contato com as defesas, mas não obteve retorno. O advogado de defesa de Yasmin, Bruno Vasconcelos, informou que deve deixar o caso. FacebookTwitterEmailWhatsApp