Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO

A paralisação de caminhoneiros, marcada para o próximo dia 1º de novembro, recebeu apoio de centrais sindicais. Nessa quinta-feira (20/10), CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas e outras entidades assinaram e divulgaram um manifesto apoiando a greve geral.

No texto, as centrais citam que a pauta da classe tem repercussão e é do interesse de todos os trabalhadores. A greve é uma resposta aos constantes reajustes de preços da Petrobras. O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), tentou, no último dia 21, desmobilizar as paralisações, prometendo beneficiar pelo menos 750 mil caminhoneiros com o auxílio diesel no valor de R$ 400.

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Porém, esse compromisso assumido pelo chefe do Executivo não agradou à categoria, que decidiu manter o ato. Agora, com a participação de sindicatos. “Os caminhoneiros, através das suas organizações, têm atuado para viabilizar as demandas e propostas há muito apresentadas e que não têm obtido retorno por parte do Governo Federal”, informa o comunicado das centrais sindicais.