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Canoas
23 de junho de 2024

Líder de facção em Canoas é preso em casa durante a operação Xeque Mate

O preso que não teve o nome divulgado foi beneficiado pela progressão de regime

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Os agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Canoas prenderam o líder de uma facção criminosa que atua no bairro Mathias Velho durante a Operação Xeque Mate. A prisão foi confirmada na manhã desta quarta-feira (10).

O criminoso estava com mais dois seguranças em casa. Segundo a Polícia Civil, quando os agentes da DHPP estavam chegando no imóvel, viram um dos homens arremessando uma pistola, celulares, drogas e munição pela janela. A dupla ainda tentou evitar a entrada dos policiais enquanto o líder da facção quebrava um celular para destruir provas.

Dentro da casa, os policiais encontraram uma pistola calibre 9mm automática, raspada, com seletor de rajadas e um carregador sobressalente de alta capacidade. Também foi apreendida uma quantia em dinheiro trocado.

O preso que não teve o nome divulgado foi beneficiado pela progressão de regime. Ele tem antecedentes criminais por homicídio e tráfico de drogas.

A ação foi coordenada pelo delegado Pablo Soares. Para o titular da DHPP Canoas, a prisão representa muito para a segurança do município já que o preso é suspeito de ser o mandante de crimes contra a vida motivados pela disputa de território e de poder do crime organizado.

Os três presos foram encaminhados ao sistema prisional.

Resposta forte da polícia

O diretor da Divisão de Homicídios Metropolitana, delegado Rafael Pereira, destaca que “as ações policias do Departamento de Homicídios da Polícia Civil não vão ser interrompidas, enquanto os índices de crimes violentos não sejam reduzidos, e que fique claro a resposta forte e constante do Estado”.

Já o diretor do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Delegado de Polícia Mario Souza afirma que “no local onde houver crime de homicídio toda a energia da Polícia Civil será colocada.” Além disso, ele ressalta que “é fundamental prender os executores de homicídios, mas principalmente as lideranças devem ser responsabilizadas.”

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