Uma mulher de 26 anos foi presa por suspeita de matar o próprio filho, um bebê de 9 meses, após oferecer a ele banana amassada com veneno de rato, que ela teria comprado em um petshop.
O caso aconteceu em São Paulo, na última terça-feira (26).
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Uma câmera de monitoramento registrou o momento em que a tatuadora Giovanna Chiquinelli Marcatto, mãe do bebê, comprou veneno de rato em um petshop, na última segunda-feira (25).
O veneno foi usado no dia seguinte e, pouco antes disso, Giovana fotografou com o celular, o bebê, que aparece sorrindo nos registros.
O bebê, Dante Chiquinelli Marcattto, morreu logo após a mãe levá-lo ao Hospital Estadual da Vila Alpina, sob a alegação de que o “filho não aparentava estar bem”.
O caso foi registrado como “morte suspeita” pelo 70º DP (Vila Ema).
Com base nas imagens e no exame necroscópico, o 70º DP solicitou a prisão temporária de 30 dias da tatuadora, medida acatada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
O legista responsável pela avaliação, como consta em relatório policial obtido pelo Metrópoles, ainda destacou que a ingestão do veneno de rato ocorreu cerca de três horas antes do bebê morrer. Esse foi o mesmo momento em que a tatuadora deu a banana amassada para o filho, como ela mesma teria admitido.
A suspeita de que o veneno não foi ingerido acidentalmente constatou-se pela grande quantidade da substância tóxica encontrada nas vísceras do bebê. O produto, segundo o registro do 70º DP, contém substância “amargante”, que age com o intuito de impedir a ingestão acidental por crianças.