A vistoria veicular 2026 passará a ser exigida de veículos com mais de cinco anos de uso após avanço do projeto de lei 3507/2025, que prevê inspeção técnica periódica obrigatória para garantir mais segurança no trânsito.
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Essa nova regra tem gerado preocupação entre os motoristas, porque a reprovação pode implicar custos com reparos, retirada de carros de circulação temporariamente e necessidade de nova avaliação.
O que muda com a vistoria veicular 2026
Com a vigência da vistoria veicular 2026, muitos automóveis usados terão de passar por uma inspeção que vai além da estética. A avaliação técnica está focada na funcionalidade e na legalidade do veículo, o que significa que vários componentes essenciais serão conferidos rigorosamente.
Ao mesmo tempo, a vistoria técnica tem como objetivo reduzir acidentes causados por falhas mecânicas e também pode ser um passo para padronizar normas nacionais de inspeção.
Itens que mais reprovar na vistoria
Antes de levar o carro para a vistoria veicular 2026, é importante checar alguns itens comuns que causam reprovação. Entre eles estão:
Sistema de iluminação e sinalização
Faróis, lanternas, luz de ré, luz de placa e sinalizadores devem funcionar corretamente; lâmpadas queimadas ou fora do padrão também podem reprovar.
Pneus com desgaste
Pneus carecas ou fora de condições de rodagem comprometem a segurança e são motivo frequente de reprovação.
Vidros, para-brisas e insulfilm
Trincas no campo de visão do motorista ou películas de insulfilm fora das normas podem impedir a aprovação.
Itens de segurança obrigatórios
Cintos de segurança, espelhos e outros equipamentos obrigatórios também são verificados e, se estiverem em desacordo, causam reprovação.
Como se preparar para a inspeção
Antes de agendar a vistoria, os proprietários devem verificar todas as luzes do veículo, estado dos pneus e condições dos vidros, assim como conferir se não há modificações irregulares. Dessa forma, o risco de reprovação diminui e o processo se torna mais rápido e menos oneroso.
Além disso, é importante acompanhar a regulamentação do Contran, que poderá estabelecer os detalhes sobre periodicidade, locais credenciados e exigências técnicas.

