28.6 C
Canoas
13 de fevereiro de 2026

Lei da cadeirinha 2026 traz exigências e pode gerar multa pesada para quem descumprir

Lei da cadeirinha 2026 traz exigências que muitos pais ainda desconhecem. Veja quem pode ser multado e o que muda no transporte infantil.

Quem tem filhos ou costuma transportar crianças precisa redobrar a atenção este ano. A lei da cadeirinha 2026 voltou ao centro dos debates e muitos pais ainda têm dúvidas sobre o que realmente é obrigatório.

Nas redes sociais, circulam informações desencontradas sobre idade mínima, altura permitida e até sobre o uso do banco da frente. O problema é que erro nesse tema pode pesar no bolso, e colocar vidas em risco.

LEIA TAMBÉM:

E sim, as regras continuam valendo com fiscalização ativa em todo o país.

O que realmente exige a lei da cadeirinha 2026

A legislação brasileira determina o uso obrigatório de dispositivos de retenção conforme idade, peso e altura da criança. O objetivo é reduzir o risco de lesões graves em acidentes.

De forma geral, funciona assim:

  • Bebê-conforto: até cerca de 1 ano ou 13 kg (instalado de costas para o movimento)
  • Cadeirinha: de 1 a 4 anos, até aproximadamente 18 kg
  • Assento de elevação: de 4 a 7 anos e meio, até cerca de 36 kg
  • Cinto no banco traseiro: de 7 anos e meio até 10 anos, desde que ajustado corretamente
  • Banco dianteiro: somente a partir de 10 anos ou 1,45 m de altura

A regra leva em conta segurança física e posicionamento adequado do cinto.

Instalação errada pode anular a proteção

Não basta apenas ter a cadeirinha. Especialistas alertam que instalação incorreta reduz drasticamente a eficiência do equipamento.

O sistema ISOFIX ajuda a fixar melhor o dispositivo, mas mesmo com ele é fundamental seguir o manual do fabricante.

Tiras frouxas, cinto mal posicionado ou assento incompatível com o tamanho da criança estão entre os erros mais comuns.

Multa é gravíssima

Descumprir a lei da cadeirinha é infração gravíssima.

A penalidade inclui:

  • Multa de R$ 293,47
  • 7 pontos na CNH
  • Retenção do veículo até regularização

Ou seja: além do risco à criança, o impacto financeiro também é alto.

Fiscalização e campanhas educativas

Órgãos de trânsito seguem realizando blitz educativas e ações em escolas e espaços públicos para orientar os motoristas.

A combinação de informação e fiscalização tem como meta reduzir acidentes envolvendo passageiros infantis.

Guilherme Galhardo
Guilherme Galhardo
Redator, apaixonado pela cultura POP, luta-livre, games, séries e filmes, escreve sobre economia, serviços e cotidiano de cidades. Entusiasta de meteorologia e punk rocker nas horas vagas.
MATÉRIAS RELACIONADAS

MAIS LIDAS